Ensino superior
Censo da Educação Superior
Quem leva o aluno de cada praça, quanto o EAD já tomou do presencial e onde a sua instituição está perdendo mercado sem perceber.
Safra ainda não publicada nesta camada.
Dois censos · Um banco · Uma porta
De um lado, a demanda que a educação básica produz em cada município. Do outro, a oferta que o ensino superior coloca na mesma praça. Ninguém publica os dois lados no mesmo lugar — e é aí que a decisão mora.
2 minutos · números oficiais da sua cidade · sem cartão
A prova
Esta consulta é aberta e não pede login. Os números abaixo saem da camada pública dos microdados, com supressão de célula pequena declarada: onde menos de três entidades sustentam um volume, o número não é publicado — e ausência nunca aparece como zero.
Antes de qualquer promessa: escolha um município e veja quantos jovens terminam o ensino médio ali, quantos entram no ensino superior e por qual porta.
Um ponto por município · oferta presencial
Cada ponto é um município. Aceso, existe pelo menos uma instituição com oferta presencial ali naquela safra. Apagado, a camada pública informa nenhuma — e aluno dessas cidades já era aluno de alguém, antes de existir a palavra EAD.
Carregando o mapa…
Cada censo termina no seu próprio ano, e o painel diz qual é qual em vez de desenhar o lado que falta como queda.
Censo da Educação Superior
Quem leva o aluno de cada praça, quanto o EAD já tomou do presencial e onde a sua instituição está perdendo mercado sem perceber.
Safra ainda não publicada nesta camada.
Censo Escolar
De onde vem o aluno antes da matrícula: a demanda de cada praça, escola por escola, com o funil observado até o ingresso no superior.
Safra ainda não publicada nesta camada.
Demanda não é população — é aluno matriculado, por área, naquele município, e concluinte de ensino médio que ainda não tem para onde ir. Dá para enxergar onde existe gente estudando o que ninguém oferece ali perto.
A lista de quem leva aluno da sua cidade, com fatia e posição, incluindo quem entrou pela porta do ensino a distância e nunca apareceu no seu radar.
A escola que forma o concluinte é a origem do seu ingressante. O mesmo painel mostra a escada série a série da praça, a rede que a domina e onde a vazão trava.
Mercado em queda e mercado estável com líder novo parecem idênticos no número total. São problemas opostos, e pedem reações opostas.
Raio-X gratuito
Três perguntas e a amostra abre na hora, com números oficiais da sua cidade: o tamanho da disputa, quantos concorrentes presenciais estão na mesa, o avanço do EAD e a demanda que vem do ensino médio. O que a amostra não mostra, ela tranca — e diz o que está atrás de cada porta.
Quem capturou os alunos que a praça perdeu
O custo da evasão de cada concorrente
As turmas que chegam ao vestibular em 1–3 anos
Cartões do raio-X — destrancam com a sua praça.
A base é o microdado do próprio INEP, safra por safra, conferida linha a linha contra a fonte. Nada aqui é amostra, projeção ou pesquisa de intenção: é o censo, inteiro — com os limites dele declarados na página de metodologia, inclusive os que atrapalham o discurso de venda.
Os dados do INEP são públicos e de graça — e é justamente por isso que ler um censo não é o mesmo que ler dezessete. O que se paga aqui é a série inteira conferida linha a linha, os dois mercados no mesmo município e as quebras de série declaradas onde elas existem.
Qualquer pessoa
Gratuito
para sempre
Uma instituição, um município
sob consulta
Grupo com várias unidades
sob consulta
Mesmas telas do Praça, em todas as praças da carteira.
Grupo de âmbito nacional e consultoria
sob consulta
O valor sai do desenho do escopo — praças, profundidade e apoio.
As contas são criadas uma a uma. Se você já tem a sua, entre. Se precisa de acesso, diga quem você é e qual decisão está na mesa — a resposta vai para o e-mail que você informar.